Caminhe junto! Renova, Canoas!
domingo, 30 de setembro de 2012
Convite 10 anos Casa do Poeta
Convite – 10 anos da Casa do Poeta de Canoas
Terça-feira, 02/10/2012 às 18:30 h
exposição
de fotos e Confraria da Leitura com Ir. Justo e Canabarro Tróis Fº..
no auditório da Biblioteca Pública de Canoas
(Rua Ipiranga - ao lado da Câmara de Vereadores)
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Votar - texto de Raquel de Queiroz
Votar
Texto de Raquel de Queiroz - Revista O Cruzeiro, 11 de janeiro de 1947
Não sei se vocês têm meditado como devem no funcionamento do complexo maquinismo
político que se chama govêrno democrático, ou govêrno do povo. Em política a
gente se desabitua de tomar as palavras no seu sentido imediato.
No entanto, talvez não exista, mais do que esta, expressão nenhuma nas
línguas vivas que deva ser tomada no seu sentido mais literal: govêrno do povo.
Porque, numa democracia, o ato de votar representa o ato de FAZER O GOVÊRNO.
Pelo voto não se serve a um amigo, não se combate um inimigo, não se
presta ato de obediência a um chefe, não se satisfaz uma simpatia. Pelo voto a
gente escolhe, de maneira definitiva e irrecorrível, o indivíduo ou grupo de
indivíduos que nos vão governar por determinado prazo de tempo.
Escolhem-se pelo voto aquêles que vão modificar as leis velhas e fazer
leis novas - e quão profundamente nos interessa essa manufatura de leis! A lei
nos pode dar e nos pode tirar tudo, até o ar que se respira e a luz que nos
alumia, até os sete palmos de terra da derradeira moradia.
Escolhemos igualmente pelo voto aquêles que nos vão cobrar impostos e,
pior ainda, aquêles que irão estipular a quantidade dêsses impostos. Vejam como
é grave a escolha dêsses “cobradores”. Uma vez lá em cima podem nos arrastar à
penúria, nos chupar a última gôta de sangue do corpo, nos arrancar o último
vintém do bôlso.
E, por falar em dinheiro, pelo voto escolhem-se não só aquêles que vão
receber, guardar e gerir a fazenda pública, mas também se escolhem aquêles que
vão “fabricar” o dinheiro. Esta é uma das missões mais delicadas que os
votantes confiam aos seus escolhidos.
Pois, se a função emissora cai em mãos desonestas, é o mesmo que ficar o
país entregue a uma quadrilha de falsários. Êles desandam a emitir sem conta
nem limite, o dinheiro se multiplica tanto que vira papel sujo, e o que ontem
valia mil, hoje não vale mais zero.
Não preciso explicar muito êste capítulo, já que nós ainda nadamos em
plena inflação e sabemos à custa da nossa fome o que é ter moedeiros falsos no
poder.
Escolhem-se nas eleições aquêles que têm direito de demitir e nomear
funcionários, e presidir a existência de todo o organismo burocrático.
E, circunstância mais grave e digna de todo o interêsse: dá-se aos representantes do povo que exercem o poder executivo o comando de tôdas as fôrças armadas: o exército, a marinha, a aviação, as polícias.
E, circunstância mais grave e digna de todo o interêsse: dá-se aos representantes do povo que exercem o poder executivo o comando de tôdas as fôrças armadas: o exército, a marinha, a aviação, as polícias.
E assim, amigos, quando vocês forem levianamente levar um voto para o Sr.
Fulaninho que lhes fêz um favor, ou para o Sr. Sicrano que tem tanta vontade de
ser governador, coitadinho, ou para Beltrano que é tão amável, parou o
automóvel, lhes deu uma carona e depois solicitou o seu sufrágio - lembrem-se
de que não vão proporcionar a êsses sujeitos um simples emprêgo bem remunerado.
Vão lhes entregar um poder enorme e temeroso, vão fazê-los reis; vão lhes
dar soldados para êles comandarem - e soldados são homens cuja principal
virtude é a cega obediência às ordens dos chefes que lhe dá o povo. Votando,
fazemos dos votados nossos representantes legítimos, passando-lhes procuração
para agirem em nosso lugar, como se nós próprios fôssem.
Entregamos a êsses homens tanques, metralhadoras, canhões, granadas,
aviões, submarinos, navios de guerra - e a flor da nossa mocidade, a êles prêsa
por um juramento de fidelidade. E tudo isso pode se virar contra nós e nos
destruir, como o monstro Frankenstein se virou contra o seu amo e criador.
Votem, irmãos, votem. Mas pensem bem antes. Votar não é assunto
indiferente, é questão pessoal, e quanto! Escolham com calma, pesem e meçam os
candidatos, com muito mais paciência e desconfiança do que se estivessem
escolhendo uma noiva.
Porque, afinal, a mulher quando é ruim, briga-se com ela, devolve-se ao
pai, pede-se desquite. E o govêrno, quando é ruim, êle é quem briga conosco,
êle é que nos põe na rua, tira o último pedaço de pão da bôca dos nossos filhos
e nos faz aprodecer na cadeia. E quando a gente não se conforma, nos intitula
de revoltoso e dá cabo de nós a ferro e fogo.
E agora um
conselho final, que pode parecer um mau conselho, mas no fundo é muito honesto.
Meu amigo e leitor, se você estiver comprometido a votar com alguém, se sofrer
pressão de algum poderoso para sufragar êste ou aquêle candidato, não se
preocupe. Não se prenda infantilmente a uma promessa arrancada à sua pobreza, à
sua dependência ou à sua timidez.
Lembre-se de que o voto é secreto.
Se o obrigam a prometer, prometa. Se tem mêdo de dizer não, diga sim. O
crime não é seu, mas de quem tenta violar a sua livre escolha. Se, do lado de
fora da seção eleitoral, você depende e tem mêdo, não se esqueça de que DENTRO
DA CABINE INDEVASSÁVEL VOCÊ É UM HOMEM LIVRE. Falte com a palavra dada à fôrça,
e escute apenas a sua consciência. Palavras o vento leva, mas a consciência não
muda nunca, acompanha a gente até o inferno”.
domingo, 23 de setembro de 2012
Alfabeto da árvore
Nélsinês
Ama-me como
à tua própria matéria natural.
Bendiga-me
por tudo que te oferto.
Cuide-me
como a qualquer ser da natureza.
Defenda-me
de quem me agride.
Explique aos
que não sabem o meu valor.
Florestas
são feitas de muitas árvores.
Garanta o ar
do futuro teu e de tua descendência.
Hoje é o dia
para começares a me valorizar.
Infinitas
são as coisas que usas e provêm de mim.
Julga tuas
ações antes de executá-las.
Kit de
qualquer coisa tem algum elemento meu.
Lembra-te
sem mim não sobrevives.
Mede os
benefícios que trago para ti.
Nunca me
julgues inútil se não te oferto nada diretamente.
Ouça a
sinfonia dos passarinhos que em mim se abrigam.
Proteja-me
da tirania do consumo desmedido e irresponsável.
Questiona o
desperdício de produtos feitos a partir de mim.
Recicla
papel, recicla madeira, recicla teu lixo.
Seja
comedido no consumo, seja consciente e ético.
Tenha
em mente que o que plantas, a teus
filhos deixarás.
Uma floresta
nativa é preservação do equilíbrio da vida.
Vale mais
preservar pois nem sempre é possível recuperar.
Watts de
energia também dependem das fontes que nascem nas florestas.
Xilogravuras
têm beleza porque me têm como base.
Y é a
incógnita de nosso futuro sem as florestas.
Zela
pelas florestas e terás ar puro e água de qualidade para a paz.
21/09/2012
Leia e acorde antes que seja tarde
Cabo de Guerra: será segunda, 19h,no Sheraton, lançamento
do livro do editor sobre a saga de Yeda contra o Eixo do Mal
Uma verdadeira
tempestade política varreu o Rio Grande do Sul durante os anos 2007-2010. Os
interesses políticos e econômicos contrariados alçaram-se em armas diversas. A
nova liderança foi confrontada selvagemente por adversários externos e
internos, com ênfase nas ações de terrível poder destrutivo do comando do então
Ministro da Justiça, Tarso Genro, e de repercussões igualmente devastadoras da
RBS.
- É sobre esta saga política que trata o livro Cabo de Guerra, que o editor lançará segunda-feira, 19h, no salão Brasília + Terraço, Hotel Sheraton, Porto Alegre. O livro, 499 páginas, 39 capítulos, 70 fotos, é vendido a R$ 75,00 via e-mail polibio.braga@uol.com.br O leitor deve apenas listar a encomenda, enviar o endereço de entrega e solicitar dados para o depósito bancário. A entrega é grátis. Antes mesmo do lançamento, 300 exemplares foram vendidos para leitores de diversos Estados - e entregues. A primeira edição é de 2 mil exemplares. O editor aceita discutir sessões de autógrafos também em outras cidades. A edição é do site www.polibiobraga.com.br A foto de capa é do profissional gaúcho Eurico Salis, contratado para a tarefa.
- É sobre esta saga política que trata o livro Cabo de Guerra, que o editor lançará segunda-feira, 19h, no salão Brasília + Terraço, Hotel Sheraton, Porto Alegre. O livro, 499 páginas, 39 capítulos, 70 fotos, é vendido a R$ 75,00 via e-mail polibio.braga@uol.com.br O leitor deve apenas listar a encomenda, enviar o endereço de entrega e solicitar dados para o depósito bancário. A entrega é grátis. Antes mesmo do lançamento, 300 exemplares foram vendidos para leitores de diversos Estados - e entregues. A primeira edição é de 2 mil exemplares. O editor aceita discutir sessões de autógrafos também em outras cidades. A edição é do site www.polibiobraga.com.br A foto de capa é do profissional gaúcho Eurico Salis, contratado para a tarefa.
Conheça mais uma das
mentiras do PT
- O artigo a seguir
é da jornalista Miriam Leitão, de O Globo
O título é versão livre do editor- http://polibiobraga.blogspot.com.br/
O título é versão livre do editor- http://polibiobraga.blogspot.com.br/
O Brasil não estava
sob ameaça de apagão em 2003. Quem disse isso, na época, foi a então ministra
das Minas e Energia, Dilma Rousseff. O apagão de 2001 foi o pior momento do
governo Fernando Henrique, mas a gerência da crise pelo então chefe da Casa Civil,
Pedro Parente, construiu a solução que está sendo usada na atual seca: a de pôr
as termelétricas como geração complementar.
A presidente Dilma
disse recentemente que o governo Lula começou sob essa ameaça iminente. Voltou
a dizer ontem. Havia muito a fazer na área energética, mas o risco imediato
havia sido afastado. Tanto que as suas Medidas Provisórias só foram enviadas ao
Congresso em dezembro de 2003, onze meses depois que ela assumiu o Ministério
das Minas e Energia.
Em setembro de 2003,
perguntada pelo jornal O GLOBO sobre o risco de apagão, ela respondeu: “Falar
de risco de apagão é não prestar atenção na atual conjuntura. Não corremos
risco de racionamento, nem de apagão. Fizemos um levantamento e podemos
garantir que não há risco.”
É suprema cretinice comparar Lula a Getúlio e Jango,
escreve Augusto Nunes
Para ler mais acesse
http://polibiobraga.blogspot.com.br/
Bronca Geral - 22/09/2012 | 11:05
Afano na bagunça do governar
A desmoralização é tamanha no governar da minha querida idolatrada simpática presidenta Dilma, que o irresponsável do solar italiano Guido Mantega, no decorrer de 2012, até o dia 21/08 vinha com um acumulado pago no Orçamento pelo código 25.000 - Ministério da Fazenda de R$ 739.128.679.764,00, ou seja de R$ 739,12 bilhões. No mesmo dia 21/08 o valor passa para R$ 662.396.690.561,00 ou seja o mesmo que R$ 662,39 bilhões, se diminuir R$ 739,12 bilhões menos R$ 662,39 bilhões, teremos o desaparecimento, pode ser afano, pode ser roubo?, da ninharia R$ 76,73 bilhões do orçamenbto/2012, dos cofres públicos! Se comparar R$ 76,7 bilhões com o 'Mensalão' de R$ 73 milhões, o 'Mensalão é um grão de areia no fundo dos Mares! Ninguém fiscaliza é o Ministério da Impunidade, cadê as "M"ulheres e "H"omnes de Bem do Brasil. E o "jovens" que começam a governar o Brasil? Sumiram?
Arabutan Rocha - Maceió - AL
Em http://adireitabrasileira.blogspot.com.br/ leia:
Não tirano, por acaso?
Lula diz querer impedir a prisão dos mensaleiros.
Memórias de Marcos Valério.
Repórter agredido por petistas.
A farsa petista em Salvador.
Vergonha internacional.
Lá está Suplicy tirando uma casquinha eleitoral da
infelicidade alheia!
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