segunda-feira, 9 de março de 2015

Adilar Signori - mais uma conquista literária

Nosso recordista em prêmios literários ganhou mais uma Menção Honrosa.
Claro que esta é apenas mais uma das mais de 50 ótimas classificações que já obteve.
Aí vai uma pequena listinha, apenas de alguns desses prêmios... E o último texto premiado no 5º Concurso Literário Internacional Buriti Cronicontos 2014 - São Paulo – SP


PRIMEIROS  LUGARES  EM  CONCURSOS  LITERÁRIOS – ADILAR SIGNORI

2008 - 9º  Concurso de Literatura da Fundação Cultural de Canoas/RS –  Categoria Conto: “O entrevero da barata no dia D de um colorado” – Categoria Crônica: “Os Tropeiros de Roca Sales”.

2009 – Concurso Literário Novos Talentos: Escritos/Escritores II – ALIVAT -  Lajeado/RS – Categoria Crônica Histórica:  “O Cine Rola” – Categoria Crônica: “Meu Pé de Jasmim”.

2010 –Concurso Chadayl de Cuento Corto Y Poesia “Antonio Apa Lucas” – Montevideo/URUGUAY – Categoria Conto: “O entrevero da barata no dia D de um colorado”.

2012 – Concurso Literário Cristóvão Pereira de Abreu – Estância da Poesia Crioula – P.Alegre/RS – Categoria Crônica Histórica: “O Tropeiro Francisco Pinto Bandeira”.

2012 – V Concurso FECI – Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional – P.Alegre/RS – Categoria Histórias do Inter: “A única decisão de futebol que não assisti no Estádio Beira-Rio”.

2012 – XVII Concurso Literário Nacional- Caxias do Sul/RS – Categoria Conto: “A filha que não lia o que o pai escrevia”. – Categoria Crônica: “Roca Sales – a origem histórica do seu nome”.

2013 – Concurso Literário Novos Talentos: Escritos/Escritores IV – ALIVAT – Lajeado/RS – Categoria Crônica Histórica: “ O Cinema do Otacílio”.

2013 – VI Concurso FECI – Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional – P. Alegre/RS – Categoria Crônica: “Roca Sales – a origem histórica do seu nome”. – Categoria Histórias do Inter: “Elton Fensterseifer”.


CONCUSOS  LITERÁRIOS  DO  SPORT  CLUB  INTERNACIONAL – FECI

I Concurso:    Não participei em 2008.
II Concurso:   Menção Honrosa em 2009, na categoria contos – “ O Entrevero da barata no dia D de um colorado”.
III Concurso:   3º lugar na categoria crônicas em 2010 – “Os Tropeiros de Roca Sales”
IV  Concurso:  2º lugar na categoria contos em 2011 – “ A Roupa nº 3”
                             3º lugar na categoria crônicas em 2011 – “O Retrato dos meus pais”.    
V Concurso:   1º lugar na categoria Histórias do Inter em 2012 – “A única decisão de futebol que não assisti no Estádio Beira-Rio”.
VI Concurso:   1º lugar na categoria Histórias do Inter em 2013 – “Elton Fentserseifer”
                       1º lugar na categoria crônicas em 2013 – “Roca Sales – a origem histórica do seu nome”
                        4º lugar na categoria crônicas em 2013 – “Uma viagem mental”
                        3º lugar na categoria contos em 2013 – “Carta ao professor Canisio”
VII Concurso:    2º lugar na categoria Histórias do Inter em 2014 – “A Biblioteca Zeferino Brazil”.

         Dados pessoais:
         Nasci em Roca Sales/RS em 10.01.1947 no Hospital Roque Gonzales. Resido em Canoas desde 12.02.1963. Comecei a escrever aos 61 anos de idade. Alem de ler e escrever, a sua maior paixão é a fotografia. Possuo 53 premiações literárias, sendo que 12 em 1º lugares. Já participei de 40 coletâneas.   
        Fone 51 84 29 06 99
        E-mail  a-ese@hotmail.com
        Facebook  Adilar Signori. 

"A ESCRITA DA LUZ "

"Por gostar de escrever, penso que a melhor definição que encontrei, sobre a arte de fotografar, foi "a escrita da luz". Sempre tive paixão pela fotografia. Sou um amante deste hobby maravilhoso que dura até hoje. A fotografia sintetiza a beleza, luz, sonho, movimento, cor, gesto de ternura, paixão e eternidade. É uma forma de terapia, pois alimenta a força de registrar instantes inesquecíveis.
Entre os momentos significativos da minha vida, a lembrança da primeira máquina fotográfica permanece viva na memória. Como poderia esquecer-me do que ocorreu na juventude, da recordação do primeiro beijo? Dificilmente. Posso afirmar que, além disso, nunca me esqueci da primeira máquina fotográfica.
Com grande alegria adquiri em 1965 a Rio-400 da marca Kodak. O fato é que a mesma popularizou a fotografia no Brasil. Na ocasião do IV Centenário de fundação do Rio de Janeiro, aconteceu o lançamento da primeira câmara da Kodak na fabricação de máquinas no País.
Com essa pequena relíquia, cliquei como amador e autodidata a primeira fotografia. Era bem simples. Filme de rolo, sem muitos recursos, com poucas regulagens, porém vanguarda para aquela época. Não se poderia tremer.Todo o cuidado era pouco, caso contrário, o resultado não ficaria bom. Eram tempos que demoravam uma semana para receber as fotos. Os filmes eram revelados em laboratórios. Esperava-se com expectativa que as fotos ficassem prontas. Apesar de que, em minha opinião, não interessa se temos uma máquina de muitos recursos e sim o dom da sensibilidade de fotografar.
Infelizmente não guardei as inúmeras câmaras raras que tive. Atualmente me arrependo disso. Devido o tempo transcorrido do episódio, esqueci-me dos modelos. Teria condições de comparar os aparelhos fotográficos surgidos e a evolução da tecnologia.
A descoberta do desejo de fotografar veio de adolescente. Não possuía máquina e ficava curioso, admirando o retratista rocassalense, Augusto Dickel, no exercício de sua profissão. Provavelmente, o meu interesse despertou também com o manusear dos retratos em preto-e-branco de antepassados. Por paradoxal que possa parecer, as fotos em preto-e-branco são consideradas as mais artísticas. Com o passar do tempo, criei o hábito de olhar trabalhos de outros fotógrafos nas revistas ilustradas. Ao surgir fotos em cores, o meu prazer exacerbou-se. Aprendi, ao longo destes anos, a apreciar pormenores visuais e enaltecê-los, graças a uma vontade enorme de poder contar os registros dos acontecimentos através das imagens.
O início da era digital possibilitou ao fotógrafo mais facilidades. Para ilustrar essa minha inserção na modernidade, ao escrever com a luz, possuo agora uma câmara Sony Cyber-Shot Tx9 12.2 Megapixels. Ela cabe dentro do bolso de uma camisa e continuamente está pronta a disparar. Ainda não me considero adaptado das técnicas de manipulação digital. Não tenho por costume retocá-las ( a verdadeira fotografia sai do click). O meu trabalho objetiva registrar o mais próximo da realidade.
A minha predileção vai desde o ambiente urbano até a natureza exuberante. Sinto prazer em guardar para toda a vida as imagens, e mostrá-las aos amigos. Tenho a satisfação de organizar álbuns de recordações, porque "uma imagem vale mais do que mil palavras". Nas redes sociais compartilho os instantâneos interessantes. Participo de exposições, além de aproveitar as Feiras de Livros, a convite de colegas escritores. Esse é o meu exclusivo objetivo.
Ao observar minhas fotos, após um tempo, lembro-me dos detalhes e posso contar várias histórias daqueles instantes únicos. Vejo-as demoradamente, com os olhos da alma. Momentos marcantes. São imensas as sensações de encanto estético. A fotografia consolidou o estatuto de arte maior desde o surgimento, consistindo de fragmentos de pura emoção, que aprimoram o saber-olhar e permite ver esse mundo com afeição. Enfim, a fotografia nos proporciona alargar a imaginação e aumentar as reminiscências que se acumulam e revelam-se.
Autor Adilar Signori - Escritor rocassalense e canoense."

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