Meus livros

 Livros de Nélsinês - Veja abaixo, a descrição de cada um.










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Meus livros
  1. Opúsculo (livro de bolso)

Opúsculo: IN QUIETUDE

Gênero: vários – haicai, minicontos, poemetos, diversos.
Apresentação: Neida Rocha
A obra In quietude, possui ilustração de capa da própria autora. Lançamento na 25ª Feira do Livro de Canoas/RS e Sessão de Autógrafos na 55ª Feira do Livro de Porto Alegre/RS.
SINOPSE: Trata-se de um opúsculo com haicais, microcontos, poemetos e diversos (25 frases de reflexão e uma crônica sobre as experiências de leituras da autora. Nele a autora ensina sobre o haicai usando algumas regras do mesmo, podendo ser aproveitado didaticamente.
Este livro se define como sendo “chocolate com pimenta”, apostando em sátira e singeleza, mesclando emoção e indignação, que evocam a deturpação da inocência infantil, a inversão de valores da sociedade contemporânea e outros temas.

  1. Infantis:

Zé Toquin


Conto em forma de versos – com 23 ilustrações para colorir
 (Tecnicópias Gráfica Editora 2007; 28 pág.)  (restam apenas 15 exemplares)
Premiado em 1º lugar no Concurso de Histórias Infantis – SMEC/Canoas - 1991.

SINOPSE: A história retrata um menino que se ressentia com os apelidos com que o chamavam, até que fatos inusitados o fazem reinterpretar as denominações recebidas. Refletindo, compreendeu que a paz nasce de um coração desarmado e que nem sempre as coisas são ruins como parecem. Dessa forma, a obra busca incentivar um olhar positivo acerca dos fatos e pessoas que fazem parte de nossas vidas. Inclui uma música sobre Paz, no final.  

CECÍLIA E AMIGOS

Conto, com 23 ilustrações para colorir.
(Tecnicópias Gráfica Editora; 2008; 32 pág.)

SINOPSE: Conto em forma de versos livres narra a história de uma menina que possuía um gato e ao encontrar uma cadelinha quis adotá-la. O gato apavorado causa alguns atropelos, mas ao final deu tudo certo. E a família da menina acabou “adotando” também o casal de idosos, donos da cadelinha.
O livro estimula o conhecimento e carinho por animais de estimação, como também a valorização das pessoas idosas. Além disso, possui atividades “didáticas” (como a árvore genealógica e outras) visando fomentar as boas relações familiares; além da interação de colorir os desenhos. A linguagem da narrativa é simples e cadenciada, boa para contação e leitura oral.

Mágica Especial  


2010 - Conto infanto-juvenil + Concurso de Ilustração (para todas as idades):
(Tecnicópias Gráfica Editora, 2010; 32 p.) Lançado na 26ª Feira de Canoas.      Ver: http://www.tcarte.com.br/magica/index.html
SINOPSE: A história de um menino que deseja ser mágico e fazer a mágica de encontrar seu pai. Será que ele consegue?


Ø                  2011 - Lançamento da 2ª edição do livro infantil Mágica Especial com as ilustrações vencedoras do Concurso.
Ø                  Premiação dos contemplados: 17 de junho de 2011.
Ø                  Evento integrante da 27ª Feira do Livro de Canoas
Ø                  Obs.: as ilustrações do livro são para a criançada interagir colorindo.
Este livro, na verdade é a segunda edição do conto infantil Mágica Especial. O mesmo foi lançado na Feira do Livro de Canoas no ano passado com um concurso de ilustração. Agora, juntamente com a apresentação das ilustrações e lançamento da edição ilustrada, foram entregues os certificados e prêmios aos vencedores conforme já anunciado.



  1. Romances

 Clube dos Combalidos


Destaque no III Concurso de romances da ALPAS XXI – Cruz Alta/RS.  Lançado na 26ª Feira de Canoas - (Ed. Alternativa/POA, 2010; 163 p.)  Sessão de autógrafos no dia 04/11/2010 na Feira do Livro de POA/RS
Capa: Arte sobre obra de Vinício Cassiano
Apresentação: Antônio José Giacomazzi
SINOPSE: O romance Clube dos Combalidos ambienta-se em lugar incerto do Rio Grande do Sul. O enredo principal desenrola-se em torno de uma mesa de bar onde um grupo de quinze amigos se reúne com frequência não determinada para compartilhar suas vivências, ideias e impressões.  Paralelo ao ambiente e enredo principal, desencadeiam-se histórias de alguns personagens em particular, cujo conjunto situa o desenrolar dos episódios na linha do tempo histórico.
Através da narrativa intercalada com diálogos e discussões entre os personagens, a trama vai descortinando pontos de vista, fatos verossímeis, assuntos e aspectos tão diversos quanto o cotidiano real e as possibilidades fictícias do mesmo. Não faltam toques de humor e romantismo, nem conflitos e tragédias, tampouco uma sequência linear que abarca em seu bojo, através de referências dos protagonistas, tempos e lugares externos à trama.
Os personagens apresentam mínima descrição de aspecto físico, baseando-se sua caracterização restrita às funções profissionais e papéis sociais que desempenham. Assim, desfilam no grupo: um mestre de obras, um porteiro de edifício residencial, um mecânico aposentado, um policial, um padre, uma professora, um bancário, uma psicóloga, um estudante de agronomia, uma livreira, um jornalista, uma atendente de SAC, um caminhoneiro e um advogado; alguns com referências familiares.
A linha-mestra que encadeia a história é a luta travada por cada um para manter-se vivo frente aos desafios do mundo contemporâneo e às perspectivas de futuro, cuja tônica reflete sombras e temores a partir das percepções que cada um possui do presente de sua própria vida, da política e do país.

Asas Livres


Obra vencedora do Prêmio Álvaro Maia de Manaus/2008.
(Editora Muiraquitã/AM, 2010; 200 p.)

Sinopse: O enredo se baseia na trajetória de 3 moças do interior gaúcho que vão construir suas vidas em São Paulo, onde se conhecem pela mão do destino que as reúne num pensionato de freiras. A partir dali constroem uma amizade que as manterá unidas, com revezes trágicos e desencontros, onde suas histórias se cruzam em busca de amor e realização profissional. A catarse do leitor se dará com o final feliz da personagem principal, sempre esperado das histórias de amor. 
 Linguagem simples, mas polida, muitos diálogos, peripécias, perfilando psicologicamente os personagens e os fatos, dramas de amor e de vida marcam a história. Resgata pinceladas da história brasileira despertando curiosidade do leitor em pesquisar a mesma. Pode interessar tanto a jovens como adultos, leitores assíduos ou novatos.


Loucos não insanos


(Tecnicópias Gráfica Editora, 2006; 328 p.) Ver: http://www.tcarte.com.br/escritores/urnau/

Capa: obra “Concerto de Neandertal” da artista plástica Lúcia Mallmann.
SINOPSE: A história, cujo enredo se ambienta num manicômio e espaços correlatos, retrata as “loucuras do mundo” entre episódios cômicos e/ou que evocam reflexão. Desfilam temas como Ecologia, Eutanásia, Violência Urbana, Educação e outros entrelaçando personagens e assuntos.
Reflete fatos, idéias e impressões do cotidiano em que um louco nem sempre o é, e tudo o que é diferente, estranho e incompreensível assume ares de desajuste psíquico e social. Assim se inter-relaciona a sociedade entre normais e “inadequados”.
O romance é próprio para leitores críticos, podendo ser objeto de discussão e fomento de pesquisa em várias áreas de estudos universitários e Ensino Médio.
Embora o enredo tenha um desfecho neste livro, a autora pretende lançar em 2011 o Volume 2, “Loucos... e Loucos!” dando continuidade à história, com alguns novos personagens, temas e peripécias.

Loucos ilustres loucos

(Tecnicópias Gráfica Editora, 2012; 432 p.) Ver: http://www.tcarte.com.br/escritores/urnau/

Capa: obra “Paz na Pátria” da artista plástica Lúcia Mallmann.

O romance Loucos ilustres loucos é o Volume 2 de Loucos não insanos. Embora seja uma continuidade, constitui uma obra independente da que lhe antecedeu. Preservam-se alguns personagens, ao mesmo tempo em que outros assumem maior relevância neste novo conjunto de tramas. Destacam-se neste, o presidente da  república que revoluciona a constituição, o filósofo a quem cabem todas as perguntas, o cozinheiro que teoriza, a partir da fervura do feijão, sobre um desconhecido movimento do planeta Terra, o “cientista” projetista do “triunimóvel”, o profeta de todas as religiões, sem contar as paixões que arrebatam pacientes e profissionais à mesma atmosfera de romantismo. O enredo percorre temas da atualidade de conhecimento geral da população dando-lhe novos contornos e nuances onde humor e crítica se intercalam e entrecruzam.

  1. Apresentações:

APRESENTAÇÃO do opúsculo In quietude

Segundo Wikipédia, a enciclopédia livre da Internet, Haikai (俳句, Haiku ou Haicai) é uma forma poética de origem japonesa, composta de 17 sílabas, divididas em três versos de 5, 7 e 5 sílabas.
Seu mote é a natureza e refere-se a um evento em particular.
Sua característica é o tempo presente, sendo valorizadas a concisão e a objetividade.
O principal haicaísta foi Matsuô Bashô (1644-16940 que se dedicou a fazer desse tipo de poesia uma prática espiritual.
O haicai chegou ao Brasil no início do século XX e algumas regras são fiéis a sua origem, enquanto outras podem ser ignoradas, dependendo do poeta ou da escola seguida.
Nelsi apresenta, através de seus Haicais e de forma singular e lúdica, a história dessa forma poética.
Quanto aos Poemetos, Nelsi permitiu-se brincar com as figuras de linguagem e os mesmos poderão ser utilizados didaticamente.
A sensibilidade de poetisa e de ser humano, faz de Nelsi um ser transcendente que ultrapassa os limites do gênero, fazendo-a expor sua alma, com questionamentos profundos, permeados de protestos e senso de cidadania.
A micropoesia apresentada no livro “In Quietude” perpassa pelo Haicai e os Poemetos, seguidos de DI (versos), abraçando os Microcontos, para em poucas palavras apresentar grandes idéias e permitir que a imaginação do leitor ultrapasse os limites das linhas.
  Neida Rocha


Clube dos Combalidos, a mais recente produção de Nelsi Inês Urnau, caminha pelas mesmas sendas incertas do pensamento humano, já conhecidas de seus escritos anteriores.
Desta feita, a autora expõe aquelas considerações que diariamente povoam as mentes de quem ainda pensa e não se deixa levar pelo conformismo acomodatício, sonho dourado de domínio, tão almejado pelas classes dominantes.
Seus personagens lutam por se manter vivos e dignos, navegam por mares conflitantes, numa viagem, muitas vezes desesperada, em busca do SER, da liberdade. Alguns se salvam pelo amor, outros naufragam nas águas da aceitação e ainda há aqueles, oprimidos por um sistema político estabelecido à sua revelia, vivem a aflição da mordaça.
Como na vida real, a mesa de um bar assume a condição de testemunha das proposições de seres humanos preocupados com a degradação moral e material de um país que se curva a uma escala de valores cada vez mais equivocada.
De impressionante maturidade, a autora não exclui uma única face do poliedro nefasto que, sutil, tem impelido a humanidade a pintar um quadro sombrio de seu próprio futuro. E o faz de maneira vertiginosa, como se tivesse medo de olvidar algum detalhe. Não há uma linha sequer, escrita gratuitamente; Nelsi obedece a característica dos escritores de peso: a clareza simples, objetiva, descomplicada, nua de modismos, mas profunda em suas entrelinhas, ironias e humor cáustico.
Enfim, é uma obra a somar, a nos conduzir à reflexão de nossas escolhas, uma vez que o talento da autora faz com que cada um de nós se identifique com um ou outro personagem. Ou com vários deles...
É leitura obrigatória.
A.J.Giacomazzi
escritor, artista-plástico
Canoas, 30 de abril de 2010


Loucos ilustres loucos
Os loucos é que vão para o céu

Louco por louco, um a mais ou a menos, tanto faz!
O jovem músico e letrista carioca de rock, Raphael Trindade dos Santos, primeiro colocado no gênero Poesia do 9º Concurso de Literatura da extinta Fundação Cultural de Canoas (concorrendo com autores de quatro continentes), titulou assim seu poema vencedor: “Os loucos é que vão para o céu”.
É para lá, crentes ou descrentes, loucos ou sãos, ilustres ou não, independente de qualquer inútil filosofia que aos trancos e barrancos nos sustenta esperançosos... que pretendemos ir, enfim!
Loucura é a temática desta obra que, em seu texto, mescla céu e inferno, alienação e dualidade, lucidez e demência. Conforme o escritor francês André Gide “As coisas mais belas são as que a loucura sopra e que a razão escreve”.
Ao abraçar esta página de apresentação do trabalho de Nélsinês, torno-me altamente suspeita como profissional, editora que acolheu, acreditou e acompanhou a trajetória da professora que, timidamente, me apresentou os seus primeiros originais.
“Loucos não insanos” levou-me a todas estas ponderações ao analisar a qualidade dos escritos desta autora que, em sua primeira  investida, confiou-me seu talento para ser lapidado, direcionado e reconhecido. Como se isso fosse necessário!
Autores de ficção, como a escritora, são roteiristas natos que independem de inspirações sutis ou de experiências folhetinescas. Seus cérebros navegam em dimensões alheias à nossa imaginação e conhecimento.
Com o lançamento de “Loucos ilustres loucos” (dando continuidade ao seu primeiro romance do gênero), Nélsinês nos comprova  que carisma, criatividade e aptidão ainda são, apesar de toda a instantaneidade da comunicação, o maior trunfo da competência e da originalidade.
Na responsabilidade (ou irresponsabilidade) de apresentar a presente obra, atenho-me a testemunhar os caminhos da autora que, premiada nacionalmente pelo seu trabalho, conquistou por mérito o reconhecimento de seus pares, de sua comunidade e de seu município ao ser eleita patrona da 26ª Feira do Livro de Canoas, em 2010.
Parabéns, Nélsinês! Parabéns aos leitores que em sã consciência escolheram este livro para navegar no mundo dos loucos que, ilustres ou não, podem ser simplesmente pessoas julgadas de forma diferente pela sociedade.
Boa leitura!

Clara Forell
Escritora e diretora da TecnoArte


Um comentário:

  1. Reencontrar alunos é sempre muito gratificante para alguém, como eu, que dedicou, apaixonadamente, 50 anos de sua vida ao magistério. Mas, para uma professora de Língua e Literatura, a alegria se agiganta quando descobre que a aluna talentosa, de fato, voou alto e se tornou escritora, reconhecida nacionalmente, podendo exibir vasta obra de qualidade sem par. Parabéns, Nelsi! Sinto-me privilegiada por teres cruzado o meu caminho...

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