domingo, 15 de maio de 2011

Patrimônio de Palocci multiplicou por 20 em 4 anos

Do blog do Políbio:

" Patrimônio de Palocci multiplicou por 20 em 4 anos "

"O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci (PT), multiplicou por 20 seu patrimônio em quatro anos, de acordo com matéria da Folha de S.Paulo deste domingo. Segundo o jornal, o político comprou um apartamento no valor de R$ 6,6 milhões e um escritório no valor de R$ 882 mil, ambos em área de nobre São Paulo, entre 2009 e 2010.

. Os imóveis foram adquiridos por uma empresa, da qual o ministro possui 99,9% do capital. Semanas antes de assumir o cargo mais importante do governo Dilma Rousseff, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) comprou um apartamento de luxo em São Paulo por R$ 6,6 milhões. Confira parte da matéria da Folha:

- Um ano antes, Palocci adquiriu um escritório na cidade por R$ 882 mil. Os dois imóveis foram comprados por uma empresa da qual ele possui 99,9% do capital.
Em 2006, quando se elegeu deputado federal, Palocci declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio estimado em R$ 375 mil, em valores corrigidos pela inflação. Ele tinha uma casa, um terreno e três carros, entre outros bens.
Com o apartamento e o escritório, Palocci multiplicou por 20 seu patrimônio nos quatro anos em que esteve na Câmara -período imediatamente posterior à sua passagem pelo Ministério da Fazenda, no governo Lula.
Nos quatro anos em que exerceu o mandato de deputado, Palocci recebeu em salários R$ 974 mil, brutos.
A quantia é insuficiente para pagar os dois imóveis que ele adquiriu. Os dois já foram quitados, de acordo com documentos aos quais a Folha teve acesso."
PB

  Tá... nós acreditamos...

"Palocci justifica aumento de patrimônio em 20 vezes

Ministro teria adquirido imóvel milionário enquanto era deputado federal, segundo jornal
Agência Brasil
Antonio Palocci alega que o patrimônio da empresa de consultoria, a Projeto, é compatível com receita.
O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, justificou neste domingo (15) a informação de que seu patrimônio teria aumentado 20 vezes durante os quatro anos em que foi deputado federal. A notícia foi publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. 
Em nota enviada à imprensa, o ministro alega que o crescimento de seus bens se deve à atividade de “prestação de serviços de consultoria econômico-financeira” da empresa Projeto, na qual ele detém 99,9% do capital. Que o patrimônio auferido pela empresa foi fruto desta atividade e compatível com as receitas realizadas nos anos de exercício.
De acordo com a reportagem, o ministro comprou - em nome da Projeto, aberta em 2006 com sua mulher, Margareth - um apartamento de luxo em São Paulo por R$ 6,6 milhões e um escritório por R$ 882 mil. Os altos valores são incompatíveis com o que ele recebeu em salários durante os quatro anos de mandato - ao todo, R$ 974 mil.
Quando se elegeu deputado federal, em 2006, o patrimônio declarado de Palocci era de R$ 375 mil, em valores corrigidos pela inflação. Segundo o jornal, ele tinha uma casa, um terreno e três carros, entre outros bens. A Projeto não apareceu na declaração porque foi aberta duas semanas depois de encerrado o prazo para entrega da relação de bens.
Na nota, o ministro diz que, em dezembro, as atividades de consultoria foram encerradas “por força da função ministerial a que se dedica hoje”.
Palocci afirma que não mora no referido apartamento e que as alterações no contrato social da empresa foram registradas junto à Comissão de Ética Pública da Presidência da República no momento de sua posse como ministro. Ele ressalta ainda que as informações contábeis da Projeto são regularmente enviadas à Receita Federal e que no período de atividade a Projeto prestou serviços para clientes da iniciativa privada tendo recolhido sobre a remuneração todos os tributos devidos. Palocci confirma que os únicos bens administrados pela Projeto são os dois imóveis em São Paulo.
Pedido de investigação
O PPS, partido da oposição, divulgou nota neste domingo criticando a suposta evolução patrimonial de Palocci. O líder da legenda na Câmara, Rubens Bueno (PR), pretende levar o caso ao Conselho de Ética da Casa, uma vez que o ministro era deputado federal no período da aquisição dos imóveis."

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